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	<title>Arquivos Artigos de Opinião - ZF Press</title>
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		<title>A diferença entre tocar por hobby e estudar música de verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[zfpress_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[*Por Manoel Izidoro Em algum momento, quase todo mundo já pensou em aprender a tocar um instrumento. Seja pela admiração a um artista, pelo desejo de ter um momento de lazer ou pela busca de uma nova habilidade, a música aparece como um caminho possível. No entanto, existe uma diferença fundamental que nem sempre é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>*Por Manoel Izidoro</em></p>
<p>Em algum momento, quase todo mundo já pensou em aprender a tocar um instrumento. Seja pela admiração a um artista, pelo desejo de ter um momento de lazer ou pela busca de uma nova habilidade, a música aparece como um caminho possível. No entanto, existe uma diferença fundamental que nem sempre é compreendida entre o tocar por hobby e o estudar música de forma profunda.</p>
<p>Tocar por hobby é, antes de tudo, uma forma de se relacionar com a arte. É o espaço do prazer, da leveza e da experimentação sem compromisso rígido. Quem segue esse caminho busca na música um refúgio, uma forma de relaxar ou de se expressar sem grandes cobranças. Não há problema algum nisso. Pelo contrário, a música também cumpre esse papel e deve ser acessível a todos.</p>
<p>Por outro lado, estudar música de forma estruturada exige uma postura diferente. Envolve disciplina, regularidade e, principalmente, método. Não se trata apenas de decorar algumas canções, mas de compreender fundamentos, desenvolver técnica e construir um repertório com consistência. É um processo que demanda paciência e constância, lidando muitas vezes lidando com frustrações e superação de limites pessoais.</p>
<p>A principal diferença está no compromisso com o aprendizado. Enquanto o hobby permite avanços espontâneos e sem pressão, o estudo metódico exige metas, acompanhamento e evolução contínua. Há uma intenção clara de progredir, de corrigir erros e de alcançar um nível mais alto de execução. Isso não significa perder o prazer, mas entender que ele passa a caminhar junto com o esforço.</p>
<p>Outro ponto relevante é a orientação. No hobby, é comum que a pessoa aprenda de forma autodidata, utilizando vídeos e conteúdos soltos na internet. Já no estudo estruturado, a presença de um professor faz toda a diferença. É o profissional quem direciona, corrige, motiva e organiza o percurso de aprendizagem, evitando vícios e encurtando caminhos.</p>
<p>Entender essa distinção é importante para alinhar expectativas. Muitas frustrações surgem quando se espera resultados avançados com uma dedicação apenas ocasional. Da mesma forma, transformar algo que deveria ser leve em uma obrigação excessiva pode afastar o aluno da música. O equilíbrio está em reconhecer o próprio objetivo e escolher o caminho mais coerente com ele.</p>
<p>No fim das contas, tanto o hobby quanto o estudo metódico têm seu valor. O essencial é que a música continue sendo um espaço de conexão, crescimento e expressão. Seja de forma descompromissada ou com dedicação intensa, o importante é que ela permaneça presente e significativa na vida de quem a escolhe.</p>
<p><strong>Manoel Izidoro</strong> é professor e proprietário da Escola de Música IGC de Cuiabá.</p>
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		<title>Tenha estratégia definida ao implementar seu buffet infantil</title>
		<link>https://agenciazfpress.com.br/tenha-estrategia-definida-ao-implementar-seu-buffet-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[zfpress_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[*por Edy Machado  Implementar um buffet infantil vai além de investir em brinquedos coloridos e cardápios atrativos. Trata-se de um empreendimento que exige planejamento, posicionamento e, acima de tudo, uma estratégia bem definida. Em um mercado cada vez mais competitivo, especialmente em cidades em expansão como Cuiabá, sair na frente depende de decisões assertivas desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>*por Edy Machado </em></p>
<p>Implementar um buffet infantil vai além de investir em brinquedos coloridos e cardápios atrativos. Trata-se de um empreendimento que exige planejamento, posicionamento e, acima de tudo, uma estratégia bem definida. Em um mercado cada vez mais competitivo, especialmente em cidades em expansão como Cuiabá, sair na frente depende de decisões assertivas desde o início.</p>
<p>O primeiro passo é entender que não existe espaço para improviso. Definir o público-alvo é essencial. Você pretende atender festas mais intimistas ou grandes eventos? Seu foco será em um atendimento premium ou em volume? Essas escolhas impactam diretamente na estrutura do espaço, no investimento inicial e na composição da equipe. Sem essa clareza, o risco de desalinhamento entre expectativa e entrega é alto.</p>
<p>Outro ponto fundamental é o posicionamento de marca. O buffet infantil precisa oferecer uma experiência completa. Isso envolve desde a ambientação até o atendimento, passando pela segurança e pela inovação dos brinquedos. Ter um diferencial competitivo bem definido é o que faz com que o cliente escolha o seu espaço e não o do concorrente.</p>
<p>A gestão financeira também merece atenção. Muitos empreendedores cometem o erro de investir alto na estrutura e negligenciar o capital de giro. É preciso prever custos operacionais, sazonalidade e estratégias para manter o fluxo de clientes ao longo do ano. Promoções em datas estratégicas, parcerias e ações de fidelização são ferramentas essenciais para garantir a sustentabilidade do negócio.</p>
<p>Além disso, investir em uma equipe qualificada faz toda a diferença. Profissionais bem treinados refletem diretamente na satisfação do cliente e na reputação do buffet. Em um segmento que lida com crianças e famílias, o cuidado, a atenção e o preparo são indispensáveis.</p>
<p>Por fim, é importante acompanhar as tendências. O comportamento do consumidor está em constante mudança, e o setor de festas infantis não é diferente. Temas personalizados, experiências interativas e soluções tecnológicas são cada vez mais valorizados. Estar atento a essas transformações permite que o buffet se mantenha relevante e competitivo.</p>
<p>Ter uma estratégia definida não é apenas um diferencial, é uma necessidade. É ela que orienta decisões, reduz riscos e potencializa resultados. Empreender no segmento de buffet infantil pode ser extremamente gratificante, mas o sucesso está diretamente ligado à capacidade de planejar, executar e se adaptar.</p>
<p><strong>Edy Machado</strong> é empresária e proprietária do Fly Park, em Cuiabá.</p>
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		<title>Geraldo Rufino encerra Parecis SuperAgro com palestra “O Catador de Sonhos”</title>
		<link>https://agenciazfpress.com.br/geraldo-rufino-encerra-parecis-superagro-com-palestra-o-catador-de-sonhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[zfpress_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 23:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com uma mensagem de otimismo, inspiração e valorização das raízes, o empresário e palestrante Geraldo Rufino encerrou a programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, com a palestra “O Catador de Sonhos”. Diante de um público formado por produtores rurais, lideranças e visitantes, Rufino destacou que o agronegócio é um setor essencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma mensagem de otimismo, inspiração e valorização das raízes, o empresário e palestrante Geraldo Rufino encerrou a programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, com a palestra “O Catador de Sonhos”. Diante de um público formado por produtores rurais, lideranças e visitantes, Rufino destacou que o agronegócio é um setor essencial para enfrentar desafios econômicos e sociais, definindo o agro como um “resolvedor de crises”.</p>
<p>Rufino reforçou que, mesmo em períodos de custos elevados, instabilidade climática e pressão econômica, o produtor rural ocupa um papel estratégico, apontando que as crises apenas evidenciam ainda mais a importância do setor. “Todo mundo passa por crise, mas ninguém para de beber, de comer, de vestir e de dormir. Tudo isso sai do agro. Então, se você está no agro, você é um resolvedor de crise”, enfatizou.</p>
<p>O palestrante contou que sua trajetória pessoal foi marcada por um erro que se transformou em aprendizado após deixar o campo ainda jovem em busca de oportunidades na cidade grande. O palestrante compartilhou que a mudança de endereço não trouxe prosperidade imediata e a família precisou recomeçar em condições precárias. “Eu saí do campo e foi um equívoco. Deixei o paraíso do campo achando que a oportunidade estava numa cidade grande e acabei tendo que me instalar numa favela”, relatou.</p>
<p>A experiência reforçou um ensinamento que recebeu da mãe, sobre o crescimento verdadeiro não depender de abandonar o lugar de origem, mas de mudar a mentalidade. “Você não precisa mudar de lugar, você muda a mentalidade. Não é mudar de endereço, é mudar de atitude, mudar de comportamento”.</p>
<p>Rufino afirmou ainda que o campo é hoje um dos melhores caminhos para prosperar, especialmente porque a produção de alimentos é uma necessidade permanente. “O mundo fica sem tecnologia, mas não fica sem comer. O agro é a bola da vez”. Ele defendeu que o produtor deve buscar conhecimento, fortalecer a inteligência emocional e usar a tecnologia como ferramenta para alcançar novos mercados, sem perder as raízes.</p>
<p>Ao abordar sua história de superação, Rufino recordou a perda da mãe quando tinha apenas sete anos e meio, momento extremamente difícil, mas que se tornou uma oportunidade de amadurecimento. “O que foi um momento muito difícil, também foi a minha melhor escola, sendo a oportunidade de entender que eu precisava sobreviver”.</p>
<p>O palestrante também deixou uma mensagem direta para os jovens que pensam em abandonar o campo em busca de oportunidades nas grandes cidades. Segundo ele, é possível unir inovação e agronegócio, com mais segurança e qualidade de vida. “O jovem pode estar no campo com criatividade, tecnologia e inovação. O agro é uma necessidade humana. O mundo precisa do agro”, ressaltou.</p>
<p>Rufino concluiu reforçando que o sucesso depende mais de visão e preparo do que de mudança geográfica. “Desistir não é uma opção. Mudar de lugar não é solução, mudar a mentalidade é”, finalizou.</p>
<p>17ª Parecis SuperAgro<br />
A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja &#8211; MT, Senar &#8211; MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>IMEA em Campo aponta produção recorde de soja em MT e alerta para impacto do clima no milho 2ª safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[zfpress_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 23:17:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A análise da produção e as perspectivas para o campo em Mato Grosso foram apresentadas durante a palestra “IMEA em Campo”, ministrada pelo analista de campo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Henrique Eggers, nesta quarta-feira (16), durante a programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. O levantamento integra o projeto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A análise da produção e as perspectivas para o campo em Mato Grosso foram apresentadas durante a palestra “IMEA em Campo”, ministrada pelo analista de campo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Henrique Eggers, nesta quarta-feira (16), durante a programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis.</p>
<p>O levantamento integra o projeto IMEA em Campo, desenvolvido em parceria com a Aprosoja-MT e IAGRO, com o objetivo de realizar avaliações técnicas diretamente nas lavouras, garantindo dados representativos sobre o desempenho das culturas no Estado.</p>
<p>Segundo Henrique, a edição deste ano teve ampla cobertura e foi considerada uma das mais completas do projeto. Ao todo, foram 71 dias de avaliações, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 análises realizadas e 103 municípios visitados. O levantamento contemplou 97,92% da área total de soja cultivada em Mato Grosso na safra 2025/26.</p>
<p>Durante as visitas, a equipe avaliou indicadores quantitativos e qualitativos das lavouras, como número de plantas por hectare, vagens e grãos por planta, peso e umidade dos grãos, além da presença de pragas, doenças, plantas daninhas e grãos avariados.</p>
<p>Com base nas análises, o IMEA estimou que Mato Grosso deve registrar produção recorde de soja na safra 2025/26, alcançando 51,56 milhões de toneladas. A área plantada foi estimada em 13,013 milhões de hectares, com produtividade média de 66,03 sacas por hectare.</p>
<p>Henrique explicou que, embora a produtividade não tenha superado o recorde do ciclo anterior, o Estado alcançou o maior volume de produção já registrado, impulsionado pelo crescimento da área cultivada. Na safra passada, Mato Grosso colheu 50,89 milhões de toneladas, com produtividade recorde de 66,29 sacas por hectare.</p>
<p>O analista também destacou que a safra enfrentou desafios climáticos ao longo do ciclo, com déficit hídrico no início do plantio em algumas regiões e excesso de chuvas na fase final, o que impactou o peso dos grãos. Um dos pontos de atenção foi o aumento de lavouras com grãos avariados. O levantamento apontou crescimento de 3,4% em comparação à safra anterior, fator que reduz diretamente o rendimento da produção.</p>
<p>Em relação ao milho segunda safra, Henrique alertou para o atraso no plantio, provocado pelo excesso de chuvas em fevereiro, que dificultou a colheita da soja e atrasou o avanço das operações no campo. O IMEA estimou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal, número superior ao registrado no ano passado.</p>
<p>Para o milho, a projeção atual indica área plantada de 7,39 milhões de hectares, produtividade média estimada em 116,6 sacas por hectare e produção prevista de 51,72 milhões de toneladas. Segundo Henrique, o resultado final ainda depende diretamente do comportamento climático nas próximas semanas, especialmente das chuvas previstas para o fim de abril e início de maio.</p>
<p>O analista também abordou o cenário de mercado e custos de produção, apontando aumento nas despesas para a próxima temporada. Conforme dados divulgados pelo IMEA, o custo total estimado da soja para a safra 2026/27 é de R$ 8.037,13 por hectare, com alta de 4,70%. Para o milho, o custo total previsto é de R$ 7.303,96 por hectare, aumento de 8,59%.</p>
<p>Henrique ressaltou que, além da elevação dos custos, o produtor enfrenta cenário de rentabilidade mais apertada e incertezas climáticas com a possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño, que tende a trazer maior instabilidade nas chuvas e aumentar riscos para o desempenho produtivo.</p>
<p>17ª Parecis SuperAgro<br />
A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja &#8211; MT, Senar &#8211; MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>Especialista alerta produtores sobre impactos da reforma tributária no agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[zfpress_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 23:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma tributária e seus impactos diretos sobre a atividade rural foram tema da palestra ministrada pelo analista tributário do Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), José Cristóvão Martins, durante a programação desta quinta-feira (16) da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. José Cristóvão orientou os produtores rurais sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reforma tributária e seus impactos diretos sobre a atividade rural foram tema da palestra ministrada pelo analista tributário do Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), José Cristóvão Martins, durante a programação desta quinta-feira (16) da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis.</p>
<p>José Cristóvão orientou os produtores rurais sobre as mudanças já em andamento e destacou medidas práticas que precisam ser adotadas para evitar prejuízos financeiros durante o período de transição. Isso porque, o novo modelo exigirá adaptação imediata em processos fiscais, negociais e administrativos.</p>
<p>O analista destacou que a reforma deverá alterar a carga tributária, aumentar obrigações acessórias e mudar a forma como o produtor precisará conduzir suas negociações.</p>
<p>Entre os pontos citados estão os impactos sobre contratos de arrendamento, custos de aquisição de bens de capital e a necessidade de reavaliar o fluxo de caixa diante do novo sistema.</p>
<p>“O arrendamento vai sofrer impacto com a reforma tributária. O custo do arrendamento vai ter mudança. O custo de caixa do produtor rural vai ser afetado também”, alertou.</p>
<p>José Cristóvão ressaltou ainda que o produtor terá de se adaptar ao modelo de não cumulatividade, baseado no sistema de débitos e créditos. Nesse formato, o imposto pago na compra de insumos poderá gerar crédito para abatimento na venda, o que exigirá maior controle e formalização das operações.</p>
<p>“Tudo aquilo que o produtor comprar com carga tributária, o tributo pago na compra se torna um crédito para ele utilizar na redução dos tributos na venda. É um sistema diferente do que acontecia antes”, pontuou.</p>
<p>O analista também alertou para o fim do &#8220;diferimento&#8221;, uma regra que hoje simplifica a vida de muitos produtores. No modelo atual, o pagamento do imposto é &#8220;adiado&#8221;: o produtor vende sua colheita sem precisar pagar o tributo naquele momento, passando essa responsabilidade para quem compra o produto, como uma indústria ou trading. Com a reforma, esse adiamento acaba. Agora, o imposto deverá ser calculado e registrado em cada etapa da venda, o que exige que o produtor tenha dinheiro em caixa para lidar com esses pagamentos de forma imediata.</p>
<p>Além das mudanças previstas para os próximos anos, José Cristóvão destacou que parte das exigências já começou a valer em 2026, especialmente na emissão de documentos fiscais. Ele explicou que produtores já precisam preencher notas fiscais destacando os novos tributos IBS e CBS, ainda que em alíquotas reduzidas.</p>
<p>“A lei já trouxe regras que neste ano o produtor tem que preencher o documento fiscal destacando o IBS e a CBS. Se não cumprir essa obrigação desde o começo do ano, pode existir penalização”, alertou.</p>
<p>A penalidade, neste caso, pode representar pagamento direto de tributo que poderia ser evitado, caso a emissão da nota fosse feita corretamente. José Cristóvão informou que atualmente existe um ato normativo suspendendo essa cobrança como forma de teste, mas que a medida deve ser revogada após a regulamentação definitiva.</p>
<p>O analista reforçou que a formalização será determinante para que o produtor consiga utilizar créditos tributários no novo sistema. “Todas as compras vão ter que ser feitas com nota. Senão, você não tem crédito para abater as saídas. E se não tem crédito, há o risco de prejuízo financeiro”, destacou.</p>
<p>O analista também explicou que produtores rurais podem buscar orientação técnica sobre as novas regras tributárias por meio dos sindicatos rurais, que atuam como ponte entre o produtor e o Sistema Famato. “O sindicato rural do município é o conector com a Famato. Ele leva a necessidade ao sindicato e o sindicato já linka ele conosco”, afirmou.</p>
<p>17ª Parecis SuperAgro<br />
A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja &#8211; MT, Senar &#8211; MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>Leandro Narloch aborda “3 mitos sobre o Brasil” e defende participação ativa do agro no debate público</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 00:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista e escritor Leandro Narloch foi um dos destaques da programação desta segunda-feira (14) da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, ao ministrar a palestra “3 mitos sobre o Brasil”, realizada com oferecimento da Aprosoja-MT. Conhecido nacionalmente por obras como “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”, Narloch abordou temas ligados à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista e escritor Leandro Narloch foi um dos destaques da programação desta segunda-feira (14) da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, ao ministrar a palestra “3 mitos sobre o Brasil”, realizada com oferecimento da Aprosoja-MT. Conhecido nacionalmente por obras como “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”, Narloch abordou temas ligados à imagem do agronegócio, legislação ambiental e política econômica.</p>
<p>Durante a palestra, Narloch discutiu o que classificou como narrativas distorcidas sobre o setor produtivo e defendeu que o agronegócio participe ativamente das discussões públicas. “Falei a respeito de 3 mitos no Brasil: o primeiro é que o agronegócio ameaça o meio ambiente; a segunda mentira é que as leis ambientais brasileiras são avançadas e, por fim, que basta o governo gastar para tudo se resolver. Para combater essas inverdades, não há outra saída a não ser participar do debate. O Agro expor sua versão em eventos e nas redes sociais, e chamar os envolvidos no debate para conversas honestas e desarmadas”, afirmou.</p>
<p>Ao abordar o primeiro tema, Narloch questionou a ideia de que o agro é incompatível com preservação ambiental e ressaltou que a tecnologia tem sido decisiva para ampliar a produção com menor impacto. Ele destacou o conceito de “dissociação” entre produção e impacto ambiental, defendendo que inovação e aumento de produtividade reduzem a necessidade de expansão sobre áreas naturais.</p>
<p>A apresentação trouxe exemplos sobre a evolução da agricultura brasileira, citando ganhos expressivos de produtividade em culturas como milho e soja. Segundo dados apresentados na palestra, enquanto a área plantada cresceu em ritmo menor, a produção aumentou significativamente nas últimas décadas, o que, conforme o palestrante, contribui para a preservação de florestas.</p>
<p>Narloch também citou o caso do arroz, em que a área de cultivo diminuiu ao longo dos anos, enquanto a produção avançou, reforçando a importância da eficiência agrícola.</p>
<p>No segundo ponto, Narloch criticou a ideia de que o Brasil possui as leis ambientais “mais avançadas do mundo”, afirmando que, apesar de bem estruturadas no papel, muitas normas seriam rígidas e de difícil cumprimento na prática. Para ele, isso gera insegurança e amplia conflitos no campo, criando um cenário em que produtores e comunidades acabam vulneráveis a entraves e disputas.</p>
<p>Já no terceiro mito, o palestrante analisou a crença de que o crescimento econômico depende apenas do aumento de gastos públicos. Ele defendeu que o excesso de despesas do Estado impacta negativamente investimentos e produtividade, além de pressionar juros e comprometer o desenvolvimento. Narloch argumentou que o país precisa de um Estado mais eficiente, que reduza obstáculos a quem produz.</p>
<p>&#8220;Precisamos de um Estado que não atrapalhe quem trabalha e produz, que gaste pouco e deixe os brasileiros andarem com as próprias pernas&#8221;, pontuou o jornalista.</p>
<p><strong>17ª Parecis Superagro</strong></p>
<p>A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja &#8211; MT, Senar &#8211; MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>Molion alerta para risco de estiagem a partir de maio e aponta possibilidade de geadas em 2026</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 22:45:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O meteorologista Luiz Carlos Molion, pesquisador sênior aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e referência nacional em dinâmica do clima, foi um dos destaques da programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. Durante palestra com o tema “Perspectivas para 2026 e Tendências para 10 Anos”, Molion apresentou análises sobre o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O meteorologista Luiz Carlos Molion, pesquisador sênior aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e referência nacional em dinâmica do clima, foi um dos destaques da programação da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. Durante palestra com o tema “Perspectivas para 2026 e Tendências para 10 Anos”, Molion apresentou análises sobre o comportamento climático nos próximos meses e apontou atenção especial para a segunda safra e para o planejamento do próximo ciclo agrícola.</p>
<p>Em entrevista após a palestra, Molion analisou sobre o plantio de milho fora da janela e o desenvolvimento devido à tendência de redução das chuvas a partir de maio. “A previsão é que chova até o final de abril e depois, em maio e junho, já seque. Se plantar atrasado, a planta pode pegar um estágio de reprodução no período em que as chuvas vão escassear, e pode ser que dê problema”, alertou.</p>
<p>Ao analisar as perspectivas para o plantio da soja na safra 2026/2027, Molion explicou que o cenário deve variar conforme a região e destacou que algumas áreas podem enfrentar atraso no início da estação chuvosa. “Se as frentes frias permanecerem estacionárias, o que vai acontecer é que chove debaixo da frente, mas na frente dela desce ar seco. Regiões como oeste de Mato Grosso, Goiás, norte de Minas Gerais e Tocantins podem sofrer atraso no início da estação chuvosa e só começar a chover depois do dia 20 de novembro”, avaliou. Apesar disso, ele indicou que, no período entre janeiro e março, a tendência é de menor risco, embora exista possibilidade de veranicos em fevereiro.</p>
<p>Outro ponto abordado foi o debate sobre a formação do fenômeno El Niño. Para Molion, há exagero e “alarmismo” nas previsões divulgadas neste período do ano, as quais ele considera com maior margem de erro sobre como de fato será o fenômeno. Segundo ele, apesar do aquecimento das águas do Pacífico, a atmosfera ainda não demonstrou acoplamento típico do fenômeno. “Todo mundo fala em El Niño, mas esquece que existe uma contrapartida na atmosfera, chamada oscilação sul. O índice está positivo agora, em torno de 1,2, coincidindo com situação de La Niña. A atmosfera não está respondendo”, explicou.</p>
<p>Molion ainda levantou a hipótese de que o aquecimento atual do Pacífico Equatorial possa ter relação com a redistribuição de águas quentes após um terremoto registrado na região de Kamchatka, na Rússia. Para ele, isso reforça a necessidade de cautela antes de confirmar um El Niño clássico. “Pode ser que realmente não haja El Niño nenhum. É melhor esperar um pouco mais porque é um período de transição”, pontuou.</p>
<p>Durante a palestra, o meteorologista também destacou a possibilidade de ocorrência de massas de ar polar e geadas mais intensas no Brasil em 2026. Ele citou que há chance de ao menos três entradas de frio, sendo uma na segunda quinzena de maio, outra antes do dia 10 de junho e uma terceira no final de julho. “Pode ocorrer uma que venha a causar problemas no sul do país, até o sul de Minas, principalmente no caso do café. E os animais também sofrem, o gado de corte fica no relento e pode morrer de hipotermia”, alertou.</p>
<p>Molion também comentou sobre eventos climáticos extremos e criticou atribuições automáticas à ação humana. Ele citou exemplos históricos de secas e cheias ocorridas antes de grandes níveis de desmatamento, argumentando que extremos fazem parte da variabilidade natural da atmosfera. “Esses eventos sempre ocorreram. São condições específicas da atmosfera. Acontecem, são raros, mas voltam a ocorrer”, concluiu.</p>
<p>17ª Parecis SuperAgro</p>
<p>A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja-MT, Senar-MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>Superintendente da Famato analisa panorama do agro e desafios da safra em palestra na 17ª Parecis SuperAgro</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 22:06:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O superintendente do Sistema Famato, Cleiton Gauer, ministrou a palestra “Panorama do agro mato-grossense: os desafios da safra”, encerrando a agenda de palestras do primeiro dia da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. A programação da feira iniciada nesta terça-feira (14), segue até sexta-feira (17). Gauer abordou as preocupações do setor que foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O superintendente do Sistema Famato, Cleiton Gauer, ministrou a palestra “Panorama do agro mato-grossense: os desafios da safra”, encerrando a agenda de palestras do primeiro dia da 17ª Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis. A programação da feira iniciada nesta terça-feira (14), segue até sexta-feira (17).</p>
<p>Gauer abordou as preocupações do setor que foram preponderantes durante o atual ciclo produtivo e que podem se estender para o próximo período. “Há atenção dos produtores em relação à situação econômico-financeira, considerando que estamos diante de uma safra mais cara, com preços que tendem a não reagir”, destacou.</p>
<p>“Os produtores enfrentam custos elevados, preços que regrediram e fatores que impactam diretamente a rentabilidade. Também há uma preocupação com o clima para o próximo ano, já que deve ocorrer o El Niño, trazendo possíveis impactos na distribuição da janela de chuvas no Centro-Oeste”, analisou o superintendente.</p>
<p>Para o presidente do Sistema Famato, Vilmondes Sebastião Tomain, a participação da entidade na Parecis SuperAgro é fundamental para apoiar os produtores rurais, representados pelo Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, além de oferecer análises, soluções, cursos profissionalizantes por meio do Senar-MT e atividades voltadas à comunidade.</p>
<p>“O Sistema Famato exerce um trabalho fantástico. Por meio do Senar, oferecemos capacitação da mão de obra em relação às novas tecnologias, para obter melhores resultados nas atividades rurais. A Parecis SuperAgro representa para nós muito orgulho e é muito honroso para o Sistema Famato estar presente na feira”, afirmou.</p>
<p>Outra atividade realizada pelo Sistema Famato durante a Parecis SuperAgro é o programa Pequenos do Agro, que contará com programação ao longo de toda a feira. A iniciativa é idealizada pela Comissão Famato Mulher, ligada à Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), e garantirá seis apresentações da palestra teatralizada “As Aventuras do Mundo do Agro – Descobrindo os Segredos do Campo”.</p>
<p>No espetáculo, personagens como Delegado, Milhena, Adelaide, Sojinha e Tio Dão representam diferentes cadeias produtivas, enquanto Bentinho, Flora e Zeca conduzem a história, incentivando a participação do público e tornando o aprendizado mais dinâmico.</p>
<p>A proposta vai além do entretenimento. De forma didática, o programa mostra como o agro está presente no cotidiano, seja na alimentação, no vestuário ou na geração de energia, além de destacar a importância do setor para o desenvolvimento econômico e social.</p>
<p>Para a presidente da Comissão Famato Mulher, Luciana Tomain, o contato com o público infantil é uma estratégia importante para fortalecer a conexão entre a sociedade e o campo.</p>
<p>“Falar com as crianças é abrir portas para o conhecimento de uma forma muito verdadeira. Quando elas entendem, desde cedo, de onde vêm os alimentos e tudo o que o agro produz, passam a valorizar mais esse universo. O Pequenos do Agro cumpre esse papel de aproximar, despertar interesse e construir uma visão mais consciente sobre o setor, tudo isso de maneira leve, com linguagem que elas compreendem e com a qual se identificam”, destacou.</p>
<p>17ª Parecis SuperAgro</p>
<p>A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja-MT, Senar-MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
<p>(Com assessoria/Famato)</p>
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		<title>Deltan Dallagnol defende reação do setor e diz que agro precisa enfrentar “narrativas mentirosas” para não ser demonizado</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-procurador da República Deltan Dallagnol realizou a palestra de abertura da 17ª Parecis SuperAgro, na manhã desta terça-feira (14), em Campo Novo do Parecis. Ao ministrar a palestra com o tema: “A Defesa do Agro na Política, na Justiça e na Mídia: as Narrativas e a Verdade”, ele defendeu que agronegócio precisa se posicionar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-procurador da República Deltan Dallagnol realizou a palestra de abertura da 17ª Parecis SuperAgro, na manhã desta terça-feira (14), em Campo Novo do Parecis. Ao ministrar a palestra com o tema: “A Defesa do Agro na Política, na Justiça e na Mídia: as Narrativas e a Verdade”, ele defendeu que agronegócio precisa se posicionar de forma mais ativa diante do que classificou como uma agenda “anti-agro” construída por setores ideológicos.</p>
<p>Segundo Dallagnol, o setor rural tem sido alvo de ataques que buscam associar o agro a estigmas como fascismo, poluição e desmatamento. “Existe uma visão anti-agro, que é uma visão de esquerda, que chama o agro de fascista, poluidor, desmatador, que usa qualquer coisa com uma pedra, uma narrativa mentirosa para atirar no agro”, afirmou. Para ele, a omissão do setor ao longo dos anos contribuiu para o fortalecimento dessas críticas. “Foi a nossa omissão que nos trouxe até aqui. Você colocar a cabeça embaixo da terra não vai mudar essa realidade”, completou.</p>
<p>Dallagnol também relacionou os desafios enfrentados atualmente pelo agronegócio, como endividamento e desvalorização de grãos, a fatores estruturais ligados à gestão pública e à falta de investimentos. Ele criticou o que chamou de desperdício de recursos e manutenção de privilégios pelo Estado, apontando que isso compromete o orçamento destinado ao setor produtivo. “Tem a ver com o Estado que gasta mais do que tem de receita, que desperdiça, que alimenta privilégios e que não gerencia bem recursos. Aí, é claro, falta recurso para tudo”, disse.</p>
<p>O ex-procurador destacou ainda a redução de subsídios agrícolas e dificuldades na infraestrutura logística como entraves diretos para a competitividade brasileira no mercado internacional. “Eu vi que os valores separados para subsídios agrícolas foram sendo cortados ao longo dos últimos quatro anos e, além disso, a infraestrutura também sofreu muito. Infraestrutura essencial para que o nosso produto agrícola possa chegar com competitividade no exterior”, ressaltou.</p>
<p>Dallagnol afirmou que, embora o setor tenha capacidade de gerar riqueza, inovação e produtividade, é necessário um ambiente mais favorável para investimentos, especialmente na renovação de máquinas e tecnologias. “Se você quer renovar maquinários, investir em produtividade e aumentar a produção com a mesma área, você precisa inovar. E sem subsídio para investimento, é muito difícil avançar”.</p>
<p>Na avaliação do palestrante, o agronegócio brasileiro ainda não recebe o reconhecimento que deveria, mesmo sendo responsável por uma parcela expressiva da economia nacional. “Nós temos uma agenda hoje que não prestigia, não honra o agronegócio como ele deveria ser honrado, como setor responsável por 25% da riqueza produzida no Brasil e 50% das nossas exportações”.</p>
<p>Ao falar sobre caminhos para fortalecer a defesa do agro, Dallagnol defendeu maior participação do setor em diferentes áreas estratégicas da sociedade. Para ele, o enfrentamento precisa ir além da produção e chegar à política, à cultura e à educação. “Esses caminhos precisam envolver necessariamente a gente entrar com pessoas que têm uma visão do mundo, a mesma do agro, de fé, de trabalho, de família. Precisa entrar nas várias áreas da sociedade”.</p>
<p>O ex-procurador também criticou o que classificou como influência crescente de discursos contrários ao agronegócio em materiais didáticos, universidades e manifestações culturais. “Hoje os materiais didáticos das crianças são inundados por visões anti-agro. Universidades fazem eventos sobre como combater o agronegócio. As escolas de samba retratam o agro dentro de uma lata de conservas ou com um grande símbolo de agrotóxico no peito”.</p>
<p>Por fim, Dallagnol defendeu que o setor avance na construção de uma agenda positiva para contrapor críticas e reafirmar a importância econômica e social do agronegócio brasileiro. “Nós precisamos invadir a cultura com uma agenda pró-agro, levar a verdade, desmistificar as narrativas e trazer justiça para esse setor que é quem sustenta, carrega o Brasil nas costas”, concluiu.</p>
<p><strong>17ª Parecis SuperAgro</strong></p>
<p>A Parecis SuperAgro é uma realização do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e conta com o patrocínio da Aprosoja-MT, Senar-MT, Aster (Concessionária JD), Sicoob Credisul e Sicredi, além do apoio da Prefeitura de Campo Novo do Parecis e da Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis.</p>
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		<title>Leandro Mirra vai palestrar sobre novo sistema tributário e impactos na pecuária na 1ª Arinos Show Agro</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 21:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A 1ª Arinos Show Agro, que será realizada entre os dias 6 e 9 de maio, em Juara, contará com uma palestra voltada a um dos temas mais relevantes para o agronegócio brasileiro, que é a reforma tributária e seus reflexos diretos na cadeia produtiva da pecuária. No dia 6 de maio, às 17h, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 1ª Arinos Show Agro, que será realizada entre os dias 6 e 9 de maio, em Juara, contará com uma palestra voltada a um dos temas mais relevantes para o agronegócio brasileiro, que é a reforma tributária e seus reflexos diretos na cadeia produtiva da pecuária.</p>
<p>No dia 6 de maio, às 17h, o advogado Leandro Mirra será um dos painelistas do encontro “O Novo Sistema Tributário e Seus Impactos na Cadeia da Pecuária”, trazendo ao público uma análise técnica e estratégica sobre as mudanças previstas e como elas podem afetar produtores rurais, frigoríficos, cooperativas e demais agentes do setor.</p>
<p>Com experiência consolidada em contencioso cível e arbitragem, especialmente em temas complexos e estratégicos, Mirra é reconhecido nacionalmente pela atuação em direito imobiliário e agrário, áreas diretamente ligadas ao cotidiano do produtor rural. Graduado em Direito pela PUC-RJ, é pós-graduado em Direito Civil-Constitucional pela UERJ e atualmente é mestrando em Direito dos Negócios pela FGV-SP.</p>
<p>A palestra deve abordar os principais pontos do novo modelo tributário em construção no país, destacando riscos, oportunidades e possíveis impactos econômicos na produção e comercialização da pecuária.</p>
<p>“A expectativa é que o debate contribua para orientar empresários e produtores quanto à adaptação ao novo cenário fiscal, reforçando a importância do planejamento jurídico e financeiro diante das transformações previstas”, defende o presidente da Associação dos Produtores do Vale do Arinos (Acrivale) e coordenador da feira, Ricardo Bianchin.</p>
<p>A programação do primeiro dia do evento também contará com o Painel de Desenvolvimento Econômico, às 14h30, além da solenidade de abertura e visitação à feira, reunindo autoridades, representantes de entidades do agro e especialistas.<br />
A Arinos Show Agro nasce com o objetivo de se tornar um espaço permanente de negócios, informação e atualização técnica, fortalecendo a produção rural do Vale do Arinos e movimentando a economia regional.</p>
<p>1ª ARINOS SHOW AGRO<br />
A 1ª Arinos Show Agro será realizada entre os dias 6 e 9 de maio, no Parque da Acrivale, em Juara. Realizada pela Associação dos Produtores do Vale do Arinos e pelo Sindicato Rural de Juara, conta com o apoio institucional da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), por meio de emendas dos deputados Janaina Riva, Dr. João e Dilmar Dal Bosco; da Prefeitura Municipal de Juara; da Câmara Municipal de Juara; e da Aprosoja. Tem entre os patrocinadores: Sicredi; Sicoob Credip; GGM Insumos Agrícolas; e FortAgro Pecuária e Agrícola.</p>
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